Correio da Manhã
JornalistaPelo menos quatro mortos em ataque de Houthis a sede do Governo do Iémen
Pelo menos quatro pessoas morreram e dez ficaram feridas, esta quinta-feira, num ataque dos rebeldes Huthis do Iémen ao complexo do Palácio Presidencial na cidade portuária de Aden, no sul do país, sede do governo iemenita internacionalmente reconhecido.
Dois guarda-costas do primeiro-ministro do Governo iemenita, Shaya al-Zindani, morreram no ataque, segundo o Ministério da Informação que, num comunicado, indica também que este e vários dos seus ministros, que então se encontravam no palácio, "estão a salvo".
Uma fonte militar afirmou que o ataque consistiu no lançamento de pelo menos quatro mísseis balísticos.
Lusa
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Zelensky confirma "preocupações" com Starlink e partilha de informação
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou esta quartaem Londres preocupações relacionadas com o sistema de telecomunicações Starlink e com a partilha de informação por parte dos Estados Unidos.
"Hoje sofremos ataques em grande escala e é realmente lamentável que tenhamos tido algumas dificuldades que gostaria de discutir com o [primeiro-ministro britânico] Andy [Burnham] sobre o Starlink e sobre informações", disse, durante declarações iniciais à chegada a Downing Street.
Zelensky mostrou-se frustrado com "muitas surpresas diferentes com as quais não se deve contar quando se tem uma verdadeira parceria".
Lusa
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Ex-diretor dos serviços secretos de Israel processa Netanyahu e revela alertas sobre 7 de outubro
O ex-diretor do Shin Bet (serviços secretos internos de Israel), Ronen Bar, interpôs uma ação judicial por difamação contra o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, noticiou esta quarta-feira a imprensa israelita.
Segundo alega na ação interposta na terça-feira, Bar apresentou a Netanyahu dezenas de alertas entre novembro de 2022 e os dias que antecederam o ataque de 07 de outubro de 2023 a Israel, liderado pelo movimento islamita palestiniano Hamas, com a participação de outras milícias de Gaza, que causou cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.
Bar processou Netanyahu depois de este o acusar de ter cometido crimes na forma como atuou antes do ataque de 07 de outubro, que desencadeou, horas depois, a guerra de Israel na Faixa de Gaza.
Lusa
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Ouvidas novas explosões em Riade
Foram ouvidas novas explosões na capital da Arábia Saudita, esta quarta-feira, segundo relatos de moradores de Riade citados pela Associated Press.
As autoridades da Arábia Saudita têm atribuido os ataques aos rebeldes houthis apoiados pelo Irão, depois dos ataques a aeroportos, instalações militares e infraestruturas petrolíferas. Na noite desta terça-feira, um edifício administrativo da maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, em Dhahran, na região oriental da Arábia Saudita, foi alvo de um ataque com míssil. No sábado, dia 10, um bombardeamento ao aeroporto internacional da capital, Riade, matou 13 pessoas e feriu mais de 300.
Correio da Manhã
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Edifício da maior petrolífera do mundo em chamas após ataque com míssil na Arábia Saudita
Um edifício administrativo da maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, em Dhahran, na região oriental da Arábia Saudita, foi alvo de um ataque com míssil na noite desta terça-feira.
De acordo com o ministério da Energia saudita, citado pela Aljazeera, o ataque provocou um pequeno incêndio no local, mas não houve registo de feridos.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Margarida Ponte Silva
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Netanyahu avisa que tropas israelitas manterão controlo de toda Cisjordânia
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu esta terça-feira que a ocupação militar de Israel na Cisjordânia vai continuar e que milhares de palestinianos expulsos, desde 2025, de campos de refugiados, como o de Tulkarem, também não poderão voltar.
"A força que controlará este território e permanecerá aqui são as Forças de Defesa de Israel. Não haverá nenhum exército árabe aqui a oeste do [rio] Jordão; estarão as Forças de Defesa de Israel", afirmou em plena campanha eleitoral, numa mensagem vídeo à entrada do campo de refugiados urbano de Tulkarem, no norte da Cisjordânia ocupada.
Lusa
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Arábia Saudita interceta ataque perto da maior petrolífera do mundo
A Arábia Saudita afirma ter interceptado, esta terça-feira, um ataque contra a petrolífera estatal perto da maior refinaria do mundo, a Saudi Aramco.
De acordo com a Aljazeera, o ataque surge numa altura em que os Houthis do Iémen emitiram um alerta urgente a todos os funcionários e civis nas proximidades das instalações petrolíferas sauditas para que evacuem imediatamente, declarando esses locais como "alvos legítimos".
A declaração dos Houthis surge em resposta a uma ordem de evacuação emitida pela coligação liderada pela Arábia Saudita, que instava os civis a abandonarem a estação central de al-Sabah, pertencente à Companhia de Petróleo do Iêmen, na capital Sanaa, controlada pelos rebeldes.
Correio da Manhã
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Riade avisa que não tolerará qualquer ameaça à liberdade de navegação no Mar Vermelho
A Arábia Saudita não tolerará qualquer ameaça à sua segurança ou à liberdade de navegação no Mar Vermelho e no estreito de Bab el-Mandeb, advertiu esta terça-feira o Conselho de Ministros, presidido pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.
Segundo um comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial SPA, o Governo iraniano afirmou também que os rebeldes huthis do Iémen, apoiados pelo Irão, vão responder pelos "crimes e ataques repetidos" contra os aeroportos e as cidades de Meca e Medina, bem como contra as instalações energéticas sauditas.
Na segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia afirmou que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita lhe pediu o reforço da presença naval europeia no Mar Vermelho, perante os ataques dos huthis.
Lusa
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Choque energético pode travar 440 mil empregos na UE em 2026
O choque energético provocado pelo conflito no Médio Oriente poderá travar a criação de 440 mil postos de trabalho na União Europeia em 2026, sobretudo nos transportes, agricultura e construção, indica a Comissão Europeia num relatório esta terça-feira publicado.
"Em 2026, o crescimento do emprego na UE [União Europeia] deverá situar-se em 0,3%, face aos 0,5% previstos antes do conflito, o que corresponde à criação de cerca de 440 mil postos de trabalho a menos", alerta o executivo comunitário.
Num relatório sobre perspetivas europeias em matéria de emprego e assuntos sociais, a Comissão Europeia aponta que, num cenário mais desfavorável da guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas, "o crescimento do emprego permaneceria próximo de zero em 2026, o que significaria a criação de menos cerca de 900 mil postos de trabalho".
Lusa
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Arábia Saudita intercepta três mísseis lançados por Houthis após ataques
A coligação militar anti-Huthis, liderada pela Arábia Saudita, em apoio ao Governo iemenita reconhecido internacionalmente, anunciou esta terça-feira a interceção de três mísseis balísticos lançados pelos rebeldes, após uma série de ataques com vítimas em ambos os países.
O porta-voz da aliança, Turki al Maliki, referiu na rede social X que "um míssil balístico lançado pela milícia terrorista dos Huthis" contra a capital, Riade, foi "intercetado e destruído, tal como outros dois, que tinham como alvo a cidade de Jamis Mushait, no sudoeste.
Os Huthis, apoiados pelo Irão, denunciaram, por seu lado, na véspera, a morte de pelo menos nove civis - entre os quais cinco crianças - em ataques aéreos sauditas contra a província de Al Yauf, no norte do Iémen e frente de batalha recorrente no conflito, dada a localização estratégica e a proximidade com a fronteira saudita.
Lusa
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Guarda Revolucionária do Irão reivindica ataque a navio no estreito de Ormuz
A Guarda Revolucionária do Irão (GRI) reivindicou um novo ataque esta segunda-feira contra um petroleiro que tentava atravessar o Estreito de Ormuz, palco central da guerra entre o Irão e os Estados Unidos.
A reivindicação não foi confirmada por fontes independentes. A agência britânica de segurança marítima UKMTO divulgou esta segunda-feira informações sobre quatro incidentes no domingo envolvendo navios atingidos em Ormuz.
Em comunicado publicado no seu site, Sepah News, a força naval da GRI afirma que "um superpetroleiro foi atingido no Estreito de Ormuz e incendiou-se".
Em comunicado, as forças iranianas adiantam que o navio alvo do ataque desta segunda-feira tentou atravessar a área "desativando o seu sistema de navegação" e "ignorando os avisos da marinha da Guarda".
Lusa
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EUA restringem acesso a aeroportos sauditas após ataques huthis
Os funcionários norte-americanos na Arábia Saudita passam a necessitar de "autorização especial" para aceder a todos os aeroportos do país, após ataques mortíferos dos rebeldes Huthis do Iémen, anunciou esta segunda-feira a embaixada.
A medida já estava em vigor nos aeroportos de Riade, Dammam e Jeddah, tendo sido agora alargada a todas as infraestruturas aeroportuárias do reino.
A embaixada recomendou também "a maior prudência" aos cidadãos norte-americanos que decidam viajar de avião na Arábia Saudita.
O anúncio ocorreu no mesmo dia em que um alto responsável Huthi avisou os Estados Unidos de uma "resposta rápida e dolorosa" caso intervenham na guerra entre os rebeldes apoiados pelo Irão e as forças iemenitas e o seu aliado saudita.
"Se os Estados Unidos se envolverem na agressão contra o Iémen, não hesitaremos. A resposta será rápida e dolorosa contra os Estados Unidos e todos os seus interesses na região", afirmou Mohammed Al Bukhaiti, em Sana, capital iemenita controlada pelos Huthis.
O responsável Huthi dirigiu também um aviso aos trabalhadores de instalações petrolíferas e aeroportos da Arábia Saudita.
Bukhaiti apelou aos funcionários para que "se mantenham afastados desses locais, que se tornaram alvos legítimos".
Lusa
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Jovem de 15 anos morre em explosão durante passeio escolar em Israel. Há 24 feridos
Um jovem de 15 anos morreu e 24 ficaram feridas - algumas em estado grave - na sequência da explosão, esta segunda-feira, numa área entre o Kibutz Manara e o Kibutz Yiftah, no norte de Israel. De acordo as autoridades, citadas pelo Jerusalem Post, a maioria dos feridos e a vítima mortal eram estudantes e professores da Escola Secundária Yeshiva ORT Ma'alot, que realizavam uma caminhada escolar na região.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) e a Polícia de Israel confirmaram oficialmente que o engenho explosivo que provocou a tragédia na zona de Ramim Ridge era uma submunição de um foguete de fragmentação disparado pelo Hezbollah. O engenho explodiu "nas mãos" de um dos estudantes enquanto percorriam a Rota Cénica da Floresta dos Montes Naftali.
Em consequência, foram proibidos de modo tempo temporário novos passeios na região, até que os sapadores do exército e da polícia inspecionem minuciosamente a rota e garantam que a área está totalmente livre de outros engenhos explosivos.
Correio da Manhã
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Um morto em ataques aéreos na capital do Iémen
Uma pessoa morreu em ataques aéreos que atingiram uma fábrica na capital do Iémen. Há registo de 12 feridos. O porta-voz do ministério da Saúde do Iémen, Anees al-Asbahi, referiu ainda que uma mulher e três crianças ficaram feridas durante o ataque a uma casa nas proximidades, cita a AP.
Os rebeldes houthis apoiados pelo Irão culparam a Arábia Saudita pelos ataques, que ocorrem num contexto de uma escalada de tensão após os ataques ao aeroporto de Riade.
Correio da Manhã
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Petroleiro atacado por drone ao largo de Omã
Um navio petroleiro foi atingido por um drone, na noite deste domingo, nas imediações da zona de ancoragem do porto de Sohar, na costa de Omã.
A informação foi avançada e confirmada pela agência britânica de segurança marítima (UKMTO), que reclassificou a ocorrência inicial como um ataque direto.
As autoridades locais e equipas de salvamento estão no local a coordenar a evacuação de emergência da tripulação da embarcação.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Joana Mendes
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Sobe para 13 o número de mortos em ataque ao aeroporto de Riade
Um cidadão indiano ferido no ataque Houthi ao aeroporto de Riade este sábado, 10, acabou por falecer este domingo devido aos ferimentos.
"Transmitimos as nossas mais sinceras condolências à família do falecido", afirmou a embaixada da Índia na Arábia Saudita na rede social X. "Estamos em contacto com a família e forneceremos todo o apoio para garantir a repatriamento célere dos restos mortais".
Anteriormente, a autoridade de aviação civil da Arábia Saudita tinha anunciado que 12 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas no ataque Houthi.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Joana Mendes
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Rebeldes Houthis reivindicam ataque a aeroporto da Arábia Saudita
Os rebeldes Houthis do Iémen reivindicaram este domingo os ataques ao aeroporto internacional de Riade de sábado, que matou 12 pessoas.
De acordo com as agências internacionais, apesar da reivindicação, não há ainda mais pormenores sobre a comunicação.
Lusa
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Projétil atinge aeroporto de Riade um dia após ataque mortífero
Um projétil atingiu este domingo o terminal 4 do aeroporto internacional de Riade, causando um incêndio, um dia após o ataque que matou 12 pessoas, anunciou a coligação internacional liderada pela Arábia Saudita contra os rebeldes Huthis.
"Um projétil não identificado atingiu o Terminal 4 do Aeroporto Internacional Rei Khalid. O ataque causou um incêndio e as autoridades competentes estão a investigar o incidente", disse Turki al-Maliki, porta-voz da coligação militar anti-Huthi liderada pela Arábia Saudita, na rede X, sem atribuir a ação a qualquer grupo.
O ataque ocorre num contexto de rápida escalada do conflito entre os rebeldes Huthis do Iémen e a Arábia Saudita.
Lusa
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Moscovo condena ataque ao aeroporto de Riade e apela à diplomacia
Moscovo condenou este domingo o ataque de sábado contra o aeroporto internacional de Riade, atribuído aos rebeldes Huthis do Iémen e que causou 12 mortos e centenas de feridos, e defendeu negociações como única solução para o conflito.
"A Rússia condena este ataque e insta as partes envolvidas no conflito na Península Arábica a absterem-se completamente de atacar infraestruturas civis", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) russo, num comunicado publicado na sua página oficial.
O Governo russo expressou as "mais sentidas condolências às famílias e amigos das vítimas" e desejou "uma pronta recuperação aos feridos".
Lusa
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Aeroporto de Riade continua encerrado após ataque de sábado
As operações do aeroporto internacional de Riade permaneciam suspensas, este domingo, na sequência de repetidos ataques mortíferos, disse uma fonte do setor aéreo na capital saudita, após o anúncio no sábado à noite do encerramento temporário.
"O aeroporto de Riade suspendeu novamente as atividades hoje. Informaram-nos ao romper do dia", afirmou a fonte à agência francesa AFP.
O aeroporto internacional Rei Khalid, situado a cerca de 35 quilómetros a norte de Riade, sofreu um ataque no sábado que causou 12 mortos e mais de 300 feridos, além de danos na infraestrutura.
Lusa
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Primeiro-ministro do Paquistão condena ataque "odioso" contra aeroporto de Riade
O primeiro-ministro paquistanês, Shebaz Sharif, condenou, este domingo, veementemente o ataque "odioso" atribuído aos huthis do Iémen contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, que causou pelo menos 12 mortos e 309 feridos.
"Os ataques que visam civis e infraestruturas essenciais são totalmente inaceitáveis e constituem uma grave ameaça à paz e à estabilidade regionais", afirmou Sharif numa mensagem publicada na rede social X.
"Tais atos de violência, que constituem uma violação flagrante do direito internacional, têm de cessar imediatamente", acrescentou, reafirmando o "compromisso inabalável do Paquistão para com a soberania e a integridade territorial da Arábia Saudita".
Lusa
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Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano
As forças norte-americanas atacaram um navio comercial no Golfo de Omã que tinha partido de um porto do Irão, informou este sábado o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom).
O comando militar afirmou ter bombardeado a popa de um navio com bandeira do Panamá depois de este ter ignorado "advertências repetidas e tentado contornar o bloqueio naval em curso contra o Irão".
"O grande navio de carga tentava navegar por águas regionais depois de ter partido anteriormente de um porto iraniano", afirmou.
Lusa
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ONU condena ataque huthi ao aeroporto internacional de Riade
O enviado especial da ONU para o Iémen, Hans Grundberg, condenou este sábado os ataques dos rebeldes huthis do Iémen contra o aeroporto internacioal de Riade e apelou ao grupo para que ponha fim a estes ataques.
As autoridades da Arábia Saudita anunciaram que 12 pessoas morreram no ataque ao Aeroporto Internacional Rei Khalid, entre as quais 4 sauditas e um norte-americano, e outras 309 ficaram feridas, algumas gravemente, no ataque com mísseis este sábado contra as instalações do aeroporto.
"Isto vem somar-se aos ataques perpetrados no início desta semana contra os aeroportos de Riade e Abha, que também causaram mortos e feridos entre a população civil. Estes ataques representam uma grave escalada", lamentou Grundberg num comunicado.
Lusa
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Sobe para 12 o número de mortos e 50 os feridos em ataque ao aeroporto de Riade
O ataque dos rebeldes houthis ao Aeroporto de Riade, este sábado - o terceiro numa semana - causou pelo menos 12 mortos e mais de 50 feridos.
Após os relatos iniciais darem conta de vários feridos, como noticiada pelo CM, um novo balanço da dimensão do ataque foi confirmada por fontes oficiais ao The New York Times.
Gonçalo Sousa Rebelo
Jornalista estagiárioSeguir Autor:
Joana Mendes
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Vários feridos em novo ataque ao aeroporto de Riade
Um novo ataque no Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, capital da Arábia Saudita, fez este sábado dezenas de feridos e forçou a fuga de passageiros, avançam fontes diplomáticas. A ação é atribuída a um ataque com míssil lançado pelos rebeldes houthis do Iémen.
Entre os vários feridos, a maioria cidadãos sauditas, estão pelo menos cinco que deram entrada na unidade de cuidados intensivos de um hospital da capital, avança a EuroNews.
Gonçalo Sousa Rebelo
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Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Riade anuncia "operação em grande escala" contra houthis no Iémen
A coligação liderada pela Arábia Saudita anunciou, este sábado, está a conduzir uma "operação em grande escala" contra os huthis, tendo um meio de comunicação afiliado a estes combatentes pró-iranianos noticiado ataques no noroeste do Iémen.
"Estamos a realizar operações em grande escala que visam os efetivos e as capacidades" dos huthis, anunciou na rede social X o porta-voz da coligação, Turki al-Maliki.
A mesma fonte especificou que "136 alvos militares" houthis tinham sido destruídos.
Lusa
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ONU alerta que Iémen voltou a viver guerra "em grande escala"
A ONU alertou esta sext-feira que o Iémen voltou a viver uma guerra "em grande escala", agudizando a crise humanitária e fazendo mais de 200 mil deslocados, e instou as partes a retomarem negociações para "evitar uma maior desestabilização" regional.
Numa sessão do Conselho de Segurança, o enviado especial das Nações Unidas para o Iémen, Hans Grundberg, advertiu esta sexta-feira que os confrontos se alastraram e que os civis, em particular as mulheres e as crianças, "voltam a sofrer as consequências da violência".
"Nas últimas semanas, o Iémen regressou a uma guerra de grande escala, com hostilidades prolongadas por múltiplas frentes", disse.
Lusa
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Paquistão envia centenas de soldados para Arábia Saudita
O Governo do Paquistão enviou centenas de soldados para a Arábia Saudita, aliada envolvida num crescente conflito com Huthis do Iémen, afirmaram à EFE fontes de segurança.
"O Paquistão mantém tropas mobilizadas na Arábia Saudita há décadas para fins de treino e logística, mas agora foram enviados para o Reino centenas de soldados adicionais ao abrigo do Acordo de Defesa de Meca", disse à EFE um responsável de segurança que pediu o anonimato.
As Forças Armadas, adiantou, preparam o envio de mais tropas. A autoridade não detalhou quantos militares já chegaram, nem onde estão sediados, e recusou-se a fornecer informações sobre qualquer mobilização de aeronaves paquistanesas em bases de Riade.
Lusa
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Trump afasta hipótese de ataque antes das eleições intercalares nos EUA
O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu esta quinta-feira que não ordenará qualquer ataque contra o Irão antes das eleições intercalares, em 03 de novembro.
"Não atacaremos o Irão em nenhum momento antes das eleições intercalares que se realizarão nos Estados Unidos em 03 de novembro", afirmou Trump nas redes sociais, enquanto Teerão prepara uma resposta à mais recente proposta de paz dos Estados Unidos.
Além disso, insistiu mais uma vez que o Irão "não terá uma arma nuclear", uma das principais afirmações que o líder norte-americano repete habitualmente para justificar o conflito aberto com a República Islâmica.
Lusa
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EUA negam queda de helicóptero militar no mar Vermelho
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) negou esta terça-feira que um helicóptero militar norte-americano tenha sofrido um acidente no mar Vermelho e garantiu que todas as aeronaves e militares estão em segurança.
"Meios de comunicação estatais iranianos têm tentado divulgar informações falsas de que um helicóptero MH-60R da Marinha dos Estados Unidos caiu no mar Vermelho depois de emitir um alerta durante a noite. Essas informações não são verdadeiras", afirmou o CENTCOM em comunicado.
O comando militar norte-americano garantiu que "todas as aeronaves e todo o pessoal militar dos Estados Unidos no Médio Oriente estão localizados e em segurança".
Lusa
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Riade já exporta 5,8 milhões de barris pelo oleoduto Leste-Oeste
A Arábia Saudita está a exportar 5,8 milhões de barris diários de petróleo através do oleoduto Leste-Oeste que atravessa o reino árabe, afirmou esta terça-feira o ministro de Energia saudita, Abdulaziz bin Salmán.
O oleoduto Leste-Oeste que atravessa o reino árabe foi reaberto recentemente depois de ter sido atacado no início de setembro pelos rebeldes xiitas huthis do Iémen.
"Hoje, esta manhã, graças a Deus, voltamos [a exportar] 5,8 milhões de barris diários" de petróleo por essa infraestrutura, disse o titular de Energia saudita num painel durante um fórum na capital do Bahrein, Manama, sobre a indústria nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG).
Salmán afirmou que foram capazes de reparar "em cinco ou seis dias" os danos provocados no oleoduto pelos ataques huthis, que lançam mísseis e drones contra infraestruturas civis e energéticas sauditas como represália pelo apoio militar deste país à ofensiva do Exército do Governo iemenita internacionalmente reconhecido contra os insurgentes iemenitas.
Os 5,8 milhões de barris representam 80% da capacidade do oleoduto Leste-Oeste, com uma extensão de cerca de 1.200 quilómetros e uma capacidade máxima de 7 milhões de barris por dia.
Lusa
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Presidente iraniano diz que negociar com Estados Unidos "não faz sentido"
O presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, afirmou esta segunda-feira que negociar com os Estados Unidos "não faz qualquer sentido", acusando o governo norte-americano de praticar "sanções e pressões" constantes, segundo a televisão estatal iraniana Irib.
"Até agora, atacaram-nos três vezes depois de discussões, o que mostra que não procuram o diálogo", declarou Pezeshkian.
Mais de sete meses depois dos primeiros ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, as negociações entre Washington e Teerão parecem estar num impasse.
"As negociações não fazem qualquer sentido com um inimigo que pratica diariamente assassinatos, sanções e pressões e que não cumpre os seus compromissos", acrescentou o presidente iraniano.
Apesar da conclusão de um cessar-fogo em abril, da assinatura de um protocolo de entendimento em junho e de contactos à margem da Assembleia-Geral da ONU em setembro, os Estados Unidos e o Irão continuam em confronto em torno do estratégico estreito de Ormuz, proferindo regularmente ameaças de novos ataques.
Lusa
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EUA retiram bombardeiros de guerra de base aérea britânica
Os Estados Unidos retiraram os bombardeiros utilizados no Irão de uma base militar britânica, este domingo.
De acordo com a Al Jazeera, ainda não estão claros os motivos da decisão tomada pela Casa Branca, mas o ataque ocorrido a 27 de setembro pode justificar a medida. Foi nesse dia que, recorde-se, as autoridades do Reino Unido detiveram cinco homens sob suspeita de planearem um ataque com explosivos perto da base.
Correio da Manhã
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Irão trabalha para aumentar alcance e velocidade de mísseis
O Exército do Irão anunciou este domingo um programa para aumentar o alcance e a velocidade de todo o arsenal de mísseis, na sequência da guerra iniciada há sete meses pelos Estados Unidos e por Israel contra o país.
"Na guerra chegamos à conclusão de que, sem dúvida, temos de aumentar o alcance dos nossos mísseis e atualmente estamos a fazer essa tarefa", afirmou o porta-voz do Exército iraniano, o general de brigada Mohamad Akraminia, em entrevista à agência Fars.
De acordo com o militar de alta patente, até agora o Exército trabalhou de forma eficaz na precisão dos mísseis e as futuras gerações de projéteis que se incorporem nas Forças Armadas contarão "com maiores capacidades" neste âmbito.
Lusa
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Teerão acusa Reino Unido e Israel de operações de "bandeira falsa" para denegrir país
O Irão acusou este domingo o Reino Unido e Israel de operações de "bandeira falsa" sobre um ataque a uma base britânica e ao incidente com um avião da Flydubai para apresentar o país como uma ameaça internacional.
"O regime sionista (de Israel) e alguns países europeus têm um longo histórico no que se conhece como operações de bandeira falsa", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irão, Ismail Bagaei, em conferência de imprensa, citada pela agência noticiosa espanhola Efe.
Ismail Bagaei argumentou que Israel e os seus "defensores" na Europa e nos Estados Unidos pretendem "difundir a ideia de que existe uma nova ameaça proveniente do Irão para a região ou para a comunidade internacional".
Lusa
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Iraque exportou dois milhões de barris de petróleo pelo estreito de Ormuz
O Iraque exportou dois milhões de barris de petróleo pelo estreito de Ormuz, após ter contratado uma empresa estrangeira, no meio das restrições impostas devido ao conflito entre os EUA e o Irão, foi anunciado.
Citado pela imprensa do Iraque, o presidente da Companhia Iraquiana de Petroleiros, Ali Qais, celebrou o que disse ser uma "operação bem-sucedida de transporte de dois milhões de barris de petróleo bruto iraquiano para fora de Ormuz".
Ali Qais sublinhou que a operação, que mobilizou um petroleiro de grande dimensão, foi conseguida graças a um contrato "com uma empresa estrangeira", sem precisar qual.
O presidente da Companhia Iraquiana de Petroleiros adiantou ainda que estão a ser "elaboradas orientações" para dialogar com as autoridades competentes e encontrar, "o mais rapidamente possível", oportunidades para comprar navios-tanque para o transporte de petróleo bruto.
As exportações iraquianas de petróleo atingiam os 3,4 milhões de barris por dia antes do encerramento do estreito de Ormuz. Em fevereiro, o Governo afirmou estar a tentar reorientar as suas exportações, de modo a evitar zonas de conflito, nomeadamente o estreito de Ormuz.
Lusa
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Houthis do Iémen atacaram instalação da petrolífera Aramco em Riade
Os rebeldes houthis, apoiados pelo Irão, afirmaram ter atacado este sábado uma instalação da petrolífera saudita Aramco, em Riade, na sequência de ataques aéreos do exército da Arábia Saudita a Sanaa, capital do Iémen.
As hostilidades entre os houthis e a Arábia Saudita, país vizinho do Iémen que apoia o Governo internacionalmente reconhecido, não dão tréguas desde que foram retomadas em julho, abrindo uma nova frente na guerra no Médio Oriente.
As forças houthis "realizaram uma operação militar de grande envergadura, utilizando vários mísseis balísticos e drones para atacar a Aramco na capital do inimigo saudita", afirmou o porta-voz militar do movimento islamita antigovernamental, Yahya Saree.
Os ataques, "precisos e diretos", provocaram "incêndios nas instalações visadas", acrescentou.
Um jornalista da agência de notícias AFP tinha observado anteriormente chamas e fumo a elevarem-se de uma instalação da Aramco, a sul da capital saudita.
Os houthis já tinham afirmado ter atacado por duas vezes instalações do grupo petrolífero saudita, no mês passado, na cidade portuária de Yanbu, principal terminal petrolífero do reino, e em agosto, no sul da Arábia Saudita.
As autoridades sauditas não tinham ainda comunicado sobre o incêndio.
Lusa
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Explosões ouvidas na capital do Iémen. Houthis relatam ataques aéreos da Arábia Saudita
Foram ouvidas explosões em Saná, capital do Iémen, segundo fontes da AFP citadas pelo The Times of Israel, este sábado. Os relatos de explosões surgem ao mesmo tempo que os houthis referem terem existido ataques aéreos das forças da Arábia Saudita na região.
Correio da Manhã
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Trump ameaça atacar Irão se estiver envolvido em incidente da Flydubai
O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou esta quinta-feira atacar o Irão "com força" caso se confirme que é responsável pelo incidente no voo da Flydubai, que Israel classificou como um atentado terrorista.
"Serão atingidos com força, não se preocupem", adiantou o republicano aos jornalistas na Casa Branca, quando questionado se ponderava ordenar um ataque caso se confirmasse a autoria iraniana.
Quando questionado especificamente sobre um possível envolvimento do Irão, o líder republicano considerou essa hipótese provável: "Diria que a resposta, com base no que estou a ouvir, é sim, mas estamos a trabalhar nisso neste momento".
Lusa
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EUA deixaram de responder a ataques a navios em Ormuz
A Guarda Revolucionária iraniana admitiu esta quarta-feira que os Estados Unidos deixaram de responder há algum tempo a ataques contra navios no estreito de Ormuz, em pleno braço de ferro pelo controlo da estratégica passagem marítima.
"Há muito tempo que atacamos (...) embarcações de pequeno porte que querem atravessar e as impedimos de passar", disse o porta-voz da força, Hosein Mohebi, à televisão estatal.
"Mas os Estados Unidos não estão a responder há algum tempo", declarou Mohebi, citado pela agência espanhola EFE.
Lusa
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Teerão recebe resposta oficial de Washington à última proposta de paz
O Irão recebeu uma resposta formal dos Estados Unidos à sua última proposta para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciou esta quarta-feira o Governo iraniano, sem especificar o conteúdo.
"Hoje, em Conselho de Ministros, a proposta da parte norte-americana foi apresentada ao Presidente Massoud Pezeshkian pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi", disse a porta-voz do Governo, Fatemeh Mohajerani, à agência estatal IRNA.
Lusa
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Teerão afirma que aguarda resposta dos EUA após conversações indiretas
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou esta terça-feira que aguarda resposta norte-americana após conversações indiretas realizadas por intermédio do Qatar, em Nova Iorque, com vista a alcançar um acordo que ponha fim à guerra.
Numa entrevista à agência pública iraniana Irna, Abbas Araghchi, referiu que, na segunda-feira, a delegação se reuniu com "os mediadores do Qatar", com o objetivo de "abrir caminho para o cumprimento das condições", depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a proposta de paz de Teerão durante o fim de semana.
À margem da Assembleia Geral da ONU, o Irão apresentou um projeto para reabrir o estreito de Ormuz no prazo de sete dias e retomar as negociações nucleares, em troca de os Estados Unidos levantarem o bloqueio naval dos portos iranianos, suspenderem as sanções ao petróleo do país persa e restabelecerem o cessar-fogo.
Lusa
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Governo iraniano nega novas conversações com os Estados Unidos
O Irão afastou novas negociações com os Estados Unidos em Nova Iorque, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmado que esperava retomar o diálogo com Teerão esta semana, noticiou esta segunda-feira a agência de notícias iraniana IRNA.
"A delegação iraniana não tem na sua agenda qualquer programa para participar numa nova ronda de negociações com a parte norte-americana, e o ministro dos Negócios Estrangeiros [Abbas Araghchi] regressará ao Irão na terça-feira após cumprir a sua agenda", afirmou à IRNA, no final do dia de domingo, uma fonte anónima próxima da delegação iraniana.
A rejeição iraniana surge depois de Trump ter afirmado, no domingo, esperar que as conversações com o Irão sejam retomadas esta semana, apesar de ter rejeitado a proposta de tréguas apresentada por Teerão.
Lusa
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"Estamos preparados para a diplomacia e para a guerra", diz MNE iraniano
O chefe da diplomacia do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que o país "está preparado para a diplomacia e para a guerra", depois de os Estados Unidos (EUA) terem rejeitado uma proposta de paz iraniana.
Em entrevista à emissora norte-americana NBC, o ministro dos Negócios Estrangeiros indicou que o Irão se "mantém firme" perante qualquer agressão, "mesmo que se chegue a uma guerra apocalíptica", sublinhando que a falta de confiança em Washington continua a ser o principal obstáculo para avançar nas negociações e pôr fim à guerra.
Na semana passada, à margem da sessão anual da Assembleia Geral da ONU, o Irão apresentou uma proposta para reabrir o estreito de Ormuz num prazo de sete dias e retomar as conversações nucleares.
Lusa
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Israel impõe "bloqueio geral" na Cisjordânia ocupada durante uma semana
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, ordenou um "bloqueio geral" na Cisjordânia ocupada a partir de hoje e até ao final do feriado judaico de Sucot (Festa dos Tabernáculos), no sábado à noite.
"De acordo com esta diretiva, os trabalhadores palestinianos não poderão entrar nos colonatos da Judeia e Samaria (nomes bíblicos para a Cisjordânia, comummente utilizados em Israel) durante o feriado de Sucot", afirmou o Ministério da Defesa, em comunicado de imprensa citado pela EFE, esclarecendo que os trabalhadores essenciais não serão impedidos de entrar.
Segundo a mesma nota, a decisão do ministro Katz foi tomada em conformidade com uma recomendação dos serviços de informações do Exército israelita.
Lusa
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Irão denuncia sanções dos EUA e promete castigar Trump e Netanyahu
O Irão denunciou junto das Nações Unidas o impacto humanitário das sanções económicas e financeiras impostas pelos Estados Unidos, enquanto as Forças Armadas iranianas garantiram que vão castigar Donald Trump e Benjamin Netanyahu, mesmo depois do fim da guerra.
A representação permanente do Irão junto das Nações Unidas em Genebra enviou a vários mecanismos de direitos humanos da organização um documento jurídico sobre as consequências das restrições bancárias e financeiras, sanções secundárias e extraterritoriais e limitações aos transportes aéreo e marítimo impostas por Washington, segundo a agência oficial IRNA.
Teerão sustenta que estas medidas não afetam apenas as relações económicas entre Estados, mas têm consequências para a população devido às restrições aplicadas por bancos, empresas de transportes, instituições de ensino e outros agentes económicos de países terceiros.
Lusa
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Tesouro dos EUA reivindica sucesso da campanha para isolar Teerão
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos (EUA) afirmou ter enviado emissários por todo o mundo a exigir medidas para isolar economicamente Teerão e celebrou as restrições contra os bancos e a aviação do Irão.
"Por minha determinação, foram enviadas equipas para todo o mundo para discutir com países e exigir medidas contra o regime iraniano", escreveu Scott Bessent na rede social X, no sábado. "Estes esforços estão a dar frutos", acrescentou.
Bessent citou a suspensão dos voos da companhia privada iraniana Mahan Air pela Turquia e por Omã, bem como a interrupção de todos os voos das companhias iranianas através dos Emirados Árabes Unidos.
Lusa
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Teerão aguarda "posição definitiva" dos EUA sobre plano para reabrir Ormuz
O Irão confirmou estar ciente da postura negativa dos Estados Unidos (EUA) em relação à proposta para reabrir o estreito de Ormuz dentro de sete dias, mas sublinhou que continua "a aguardar" uma "posição definitiva".
No sábado, o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que rejeitou o plano de sete dias apresentado pelo Irão para reabrir a passagem marítima pelo estreito de Ormuz, que está bloqueada pela guerra.
"Vimos a primeira reação do Presidente dos Estados Unidos, mas ainda não recebemos nada dos mediadores", disse, horas mais tarde, o chefe da diplomacia do Irão, Abbas Araqchi, numa publicação nas redes sociais.
Lusa
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Ventura critica Trump na guerra contra o Irão
O presidente do partido Chega manifestou-se, este sábado, contra o presidente norte-americano, Donald Trump, em relação à guerra contra o Irão pela crise que está a causar no custo dos combustíveis e na economia mundial.
"Acho que o presidente Trump cometeu muitos erros no último mês. Até a guerra no Irão, penso que está a afetar toda a economia mundial", afirmou André Ventura, à margem do encontro d extremas-direitas que encerrou num hotel da Ericeira, no concelho de Mafra e distrito de Lisboa.
"Gostava que a guerra não existisse, especialmente para Portugal, Espanha, França e Itália. Estamos a pagar mais do que os Estados Unidos pelo custo desta guerra", sublinhou.
Lusa
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Riade denuncia "falhas" da comunidade internacional face à guerra
A Arábia Saudita denunciou, este sábado, perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, as "falhas" da comunidade internacional no cumprimento das suas responsabilidades face às ameaças iranianas no Golfo.
Denunciando as "agressões iranianas injustificáveis" dirigidas contra a Arábia Saudita e os países da região, o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Faisal bin Farhane, lamentou as "falhas da comunidade internacional" no cumprimento da sua responsabilidade de fazer face às ameaças contra a paz e a segurança internacionais, numa altura em que país enfrenta ataques dos houthis pró-iranianos do Iémen.
"A estabilidade desta região vital está diretamente ligada à segurança energética mundial", sublinhou, citado pela AFP.
Lusa
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Trump rejeita oferta de Teerão para reabrir Ormuz em sete dias
O Presidente dos EUA rejeitou uma proposta do Irão para reabrir o estreito de Ormuz dentro de sete dias e Donald Trump poderá retomar os ataques após as eleições intercalares, avançou o Wall Street Journal.
Citando responsáveis norte-americanos não identificados, o jornal noticiou que Donald Trump rejeitou a proposta na sexta-feira, por desconfiar da capacidade de Teerão para corresponder às suas exigências.
Na sexta-feira à noite, o bilionário republicano voltou a publicar na plataforma que detém, a Truth Social, um mapa do estreito de Ormuz com a inscrição "Estreito Trump".
Lusa
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Paquistão reivindica papel de mediador entre EUA e Irão e pede mais diplomacia
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, reivindicou esta sexta-feira na ONU o papel de mediador do Paquistão na guerra entre os Estados Unidos e o Irão e pediu que "a voz da diplomacia" ressoe com "ainda mais força e firmeza".
"O Paquistão optou por agir rapidamente através de esforços conjuntos. O Paquistão conseguiu reunir com sucesso Washington e Teerão sob o mesmo teto em Islamabad", declarou Sharif durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU.
Shehbaz Sharif celebrou o facto de os seus esforços terem alcançado "muitos passos históricos para pôr fim ao grave conflito", entre eles o Memorando de Entendimento assinado entre os EUA e o Irão, que permitiu conter o conflito durante algum tempo.
Lusa
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Irão apresenta plano aos EUA para reabrir Estreito de Ormuz dentro de sete dias
O Irão propôs reabrir o Estreito de Ormuz e retomar as negociações sobre o programa nuclear dentro de sete dias, se os EUA aceitarem as condições da proposta. As condições do plano são o levantamento do bloqueio naval aos portos iranianos, a suspensão das sanções sobre as vendas de petróleo iraniano e um cessar-fogo que inclua o Líbano.
"O prazo de sete dias terá início assim que os Estados Unidos aceitarem este plano", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, citado pela Associated Press (AP).
Abbas Araghchi disse que as etapas demorariam cerca de quatro a cinco dias a concluir e que o estreito estaria aberto no sexto dia. "No sétimo dia, serão iniciadas as negociações com os EUA para o acordo final sobre assuntos mutuamente acordados", afirmou, referindo-se ao programa nuclear.
Correio da Manhã
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Presidente do Iémen pede mobilização geral dos cidadãos para reconquistar o país aos Houthis
O Presidente do Iémen pediu hoje uma "mobilização geral" dos cidadãos para integrarem o exército, combater os rebeldes Houthis e assumir o controlo de todo o país, incluindo a capital, Sanaa, sob controlo dos insurgentes.
"Convoco os filhos e as filhas do nosso grande povo a uma mobilização geral e a uma união nacional", afirmou Rashad al-Alimi num discurso transmitido pela televisão, no qual exortou os iemenitas a "juntarem-se às fileiras" do exército e a contribuírem para a defesa das instituições do Estado, num contexto de escalada do conflito com os Houthis.
O chefe de Estado do governo iemenita reconhecido internacionalmente ofereceu também amnistia para os rebeldes apoiados pelo Irão que abandonem esse movimento xiita e se juntem às fileiras do exército.
Lusa
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Presidente do Irão diz que continua disposto a chegar a acordo com EUA
O Presidente do Irão afirmou que o país continua disposto a chegar a acordo com os Estados Unidos (EUA), que acusou de promover uma guerra de quase sete meses e de bloquear a diplomacia.
Numa entrevista à emissora norte-americana Fox News, realizada à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, Masoud Pezeshkian denunciou que "o obstáculo" que impede a paz "é que os EUA, em vez de dialogarem, partem para o combate, bombardeando primeiro e bloqueando todas as vias" para o entendimento.
Pezeshkian mencionou ainda o memorando de entendimento falhado, assinado em junho com o Presidente norte-americano, Donald Trump, que tinha entre os objetivos interromper as hostilidades entre Washington e Teerão, iniciadas a 28 de fevereiro com o ataque conjunto dos EUA e de Israel.
Lusa
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António Costa pede a Teerão que permita navegação em Ormuz e cesse ataques
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, pediu esta quinta-feira ao Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e o fim dos ataques contra países vizinhos.
O português pediu a Teerão que "retome a cooperação" com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), segundo uma publicação na rede social X, acompanhada de uma fotografia de ambos os líderes.
Costa acrescentou que a União Europeia "está disposta a apoiar todos os esforços diplomáticos em curso" para pôr fim à guerra entre os Estados Unidos e o Irão, por considerar que "o diálogo é a única via para resolver conflitos e garantir uma paz duradoura em toda a região".
Lusa
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Pelo menos um marinheiro indiano morto em novo ataque no estreito de Ormuz
Pelo menos um marinheiro indiano morreu esta quarta-feira na sequência de um novo ataque, de origem desconhecida, contra um navio mercante que tentava atravessar o estreito de Ormuz, em direção à Índia, informaram várias fontes.
"Um total de 27 tripulantes foram retirados e receberam os cuidados médicos necessários depois de o navio ter sido atacado a aproximadamente 2,5 milhas náuticas da província de Musandam. O incidente provocou um incêndio na sala das máquinas e a morte de um tripulante", adiantou o centro de segurança marítima de Omã.
A embaixada indiana em Mascate, capital de Omã, confirmou que o marinheiro morto é natural da Índia.
Lusa
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Filho do embaixador de Israel nos EUA ferido gravemente em ataque na Cisjordânia
O embaixador de Israel nos Estados Unidos, Yechiel Leiter, confirmou esta quarta-feira que o seu filho, Neria Leiter, foi o soldado ferido num ataque com recurso a uma viatura ramming (atropelamento intencional) num posto de controlo a oeste de Ramallah, na Cisjordânia ocupada.
De acordo com as autoridades locais, citadas pela Aljazeera, o condutor do veículo foi baleado e morto por soldados israelitas no local.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, o embaixador Leiter afirmou que os médicos "estão agora a lutar para salvar a vida de Neria", pedindo o apoio e as orações da população.
Correio da Manhã
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Presidente sírio reafirma soberania sobre Montes Golã e exige retirada das forças israelitas
O Presidente interino sírio garantiu, esta quarta-feira, que os Montes Golã, cuja soberania é disputada com Israel, são e continuarão a ser território sírio, denunciou os contínuos ataques contra o país e exigiu a retirada das forças israelitas.
"O mundo aplaudiu o nosso regresso, mas Israel continua a atacar a Síria", disse Ahmad al-Sharaa durante a sua intervenção no debate geral da 81.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
O líder sírio denunciou pelo menos "500 ataques aéreos, mais de 2.500 incursões e cerca de 300 detenções" em território sírio perpetradas por Israel.
Lusa
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Teerão transmitiu aos EUA condições para reabertura do estreito de Ormuz
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, reuniu-se esta terça-feira, em Nova Iorque, com o emissário norte-americano Steve Witkoff, a quem comunicou as condições de Teerão para a reabertura do estratégico estreito de Ormuz, segundo os media estatais iranianos.
Araghchi disse a Witkoff que as condições de Teerão incluíam "o levantamento imediato do bloqueio naval (norte-americano), a rápida libertação de todos os bens iranianos congelados, bem como o fim da guerra em todas as frentes", noticiou a emissora estatal iraniana IRIB.
Trump tinha descrito antes como "muito boa" a reunião realizada entre representantes norte-americanos e iranianos, pouco depois de ter ameaçado "aniquilar" a República Islâmica durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU.
Lusa
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Trump aponta acordo com o Irão para período pós-intercalares dos EUA de novembro
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta terça-feira acreditar que os EUA chegarão a um acordo com o Irão logo após as eleições intercalares de novembro.
As declarações foram feitas durante discurso na 82ª Assembleia Geral das Nações Unidas.
Irão terá proposto abrir estreito de Ormuz em 7 dias se EUA pararem ataques
Um responsável do governo iraniano disse à agência de notícias japonesa Kyodo que Teerão se ofereceu para reabrir o estreito de Ormuz daqui a sete dias, caso os Estados Unidos tomem medidas iniciais para aliviar a pressão militar.
"Há a possibilidade de avançarmos para um acordo" se Washington demonstrar "seriedade e empenho" para permitir que a diplomacia progrida, disse o responsável à Kyodo, mantendo-se anónimo.
Segundo a mesma fonte, a proposta visa reiniciar as negociações entre Teerão e Washington para acabar definitivamente com as hostilidades e já foi comunicada ao governo norte-americano através de mediadores.
Lusa
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Presidente do Irão promete "defender firmemente" posições de Teerão na ONU
O Presidente do Irão, Massoud Pezeshkian, que embarcou, esta terça-feira, para participar na sessão anual da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, prometeu "defender firmemente" as posições do país.
"Saímos dela [da guerra] de cabeça erguida, o que constitui uma fonte de dignidade e orgulho para todos nós. Por isso, defenderemos firmemente as nossas posições nas instâncias internacionais", declarou Pezeshkian antes de deixar o Irão, segundo imagens transmitidas pela televisão estatal.
O Presidente iraniano deverá discursar na tribuna da ONU na quarta-feira.
Lusa
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MNE do G7 exigem que Huthis cessem ameaças e ataques contra transporte marítimo
Os rebeldes Huthis do Iémen devem "cessar imediatamente todas as suas ações militares, ameaças e ataques" contra o transporte marítimo, exigiram os ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco dos países mais industrializados do mundo, o G7.
"Os seus atos condenáveis constituem uma perigosa trajetória de escalada que ameaça agravar ainda mais o conflito, prejudicar o comércio internacional e criar instabilidade económica à escala global", disseram os chefes da diplomacia do G7.
Numa declaração à margem da sessão anual da Assembleia Geral da ONU, os ministros reafirmaram "a necessidade absoluta de garantir a segurança marítima permanente, bem como os direitos e liberdades de navegação em todo o mundo".
Lusa
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Rebeldes Huthis do Iémen reportam seis mortos em ataques da Arábia Saudita
A agência de notícias Saba, ligada aos rebeldes Huthis, avançou esta terça-feira que ataques da campanha militar da Arábia Saudita contra a cidade portuária de Mokha, no Iémen, resultaram na morte de seis pessoas.
"Seis civis, incluindo duas crianças e uma mulher, foram mortos, e outros oito --- entre eles uma criança e uma mulher --- ficaram feridos em ataques aéreos da coligação liderada pela Arábia Saudita contra Mokha", noticiou a Saba.
"Aeronaves inimigas lançaram vários ataques aéreos contra residências civis na cidade de Mokha, província de Taiz, numa agressão direta e deliberada contra alvos civis", informou nas redes sociais o porta-voz da tutela da Saúde dos Huthis, Anis Alasbahi.
Lusa
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Grupo armado bloqueia oleoduto e causa queda na produção de petróleo na Líbia
Um grupo armado fechou uma válvula do oleoduto que liga o campo petrolífero de Al-Sharara, na Líbia, ao porto de Zawiya, provocando uma quebra na produção, anunciou a petrolífera estatal.
Caso o bloqueio se mantenha, a Companhia Nacional de Petróleo líbia (NOC, na sigla em inglês) afirma que poderá ser "forçada a declarar o estado de força maior".
O encerramento "provocou uma acumulação de pressão no oleoduto de transporte de crude, levando a uma queda significativa na produção do campo de Al-Sharara", explicou a empresa.
Lusa
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Scott Bessent anuncia que todas as companhias aéreas do Irão vão deixar de operar a partir de quarta-feira
O secretário do tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, alertou esta segunda-feira que as companhias aéreas com bandeira do Irão passarão a ter dificuldades em operar a nível global devido às sanções impostas pelos EUA, já a partir de quarta-feira.
“Todas as companhias aéreas iranianas serão fechadas em todo o mundo”, disse Bessent em entrevista à americana CNBC.
Para os países que recebem voos proveniente do Irão, o secretário alertou: “Se eles pousarem, vocês não poderão fornecer combustível, não poderão prestar serviços de pouso, não poderão vender bilhetes e poderão ser excluídos do sistema do dólar.”
A 8 de setembro, recorde-se, os EUA impuseram sanções à indústria da aviação iraniana com o propósito de suspender as atividades de 27 companhias aéreas que operam desde o país do Médio Oriente.
Correio da Manhã
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Israel ataca várias localidades no sul do Líbano
Aviões de guerra israelitas levaram a cabo uma série de ataques aéreos, esta segunda-feira, em todo o sul do Líbano.
A Agência Nacional de Notícias, de gestão estatal, citada pela Aljazeera, informou que as áreas atingidas incluíram os distritos de Nabatieh, Bint Jbeil e Marjayoun. Foi registada uma grande explosão na cidade de Ainata, na região de Nabatieh.
Por outro lado, a agência informou que aeronaves israelitas atacaram os arredores de Bar’ashit, uma cidade no distrito de Bint Jbeil, e atingiram a cidade de Deir Seryan, no distrito de Marjayoun.
Correio da Manhã
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Houthis acusam Arábia Saudita de lançar 28 ataques contra o Iémen em 24 horas
O porta-voz militar dos rebeldes Huthis, Yahya Sarea, denunciou, esta segunda-feira, 28 novos ataques da Arábia Saudita contra diferentes pontos do Iémen nas últimas 24 horas, no meio da escalada de tensão no país.
Num comunicado publicado na plataforma de mensagens Telegram, Sarea disse que os ataques aéreos sauditas atingiram as províncias ocidentais de Taiz, Al-Jawf e Marib, utilizando "aviões F-15 e Typhoon que descolaram das bases aéreas [sauditas] de Khamis Mushait e Taif".
O porta-voz acrescentou que os bombardeamentos elevaram para 760 o número total de ataques aéreos desde o início da escalada de tensão entre os Huthis, apoiados pelo Irão, e o Governo do Iémen reconhecido internacionalmente, apoiado pela Arábia Saudita.
Lusa
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Economia do Irão contrai 10% após o início da guerra
A economia iraniana contraiu 10,1% no primeiro trimestre do ano persa, entre março e maio, em comparação com o mesmo período do ano passado, em plena guerra iniciada pelos Estados Unidos há quase sete meses, foi este domingo revelado.
O Centro de Estatísticas do Irão indicou que o setor mais afetado foi a extração de petróleo bruto e gás natural, que registou uma queda de 26,4%, seguido pela indústria e mineração, com uma contração de 14,7%.
Enquanto isso, o setor agrícola apresentou um crescimento de 2,3%.
Lusa
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EUA temem "rápida escalada" após ataques dos Houthis à Arábia Saudita
Os Estados Unidos alertaram no sábado para o risco de uma "rápida escalada" das hostilidades no Médio Oriente, na sequência dos ataques dos Houthis do Iémen contra a Arábia Saudita, cuja capital foi visada por estes combatentes pró-iranianos.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, que deveria passar todo o fim de semana na residência presidencial de Camp David, no estado do Maryland, regressou a Washington no sábado à noite, sem explicação oferecida pela Casa Branca.
Mas este regresso antecipado ocorre quando foi ultrapassado um novo patamar nas hostilidades entre a Arábia Saudita e os Houthis, que controlam grande parte do vizinho Iémen e combatem as forças governamentais, apoiadas por uma coligação liderada por Riade.
Lusa
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Arábia Saudita intercetou míssil lançado pelos houthis em direção a Riade
A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje que intercetou um míssil lançado pelos houthis do Iémen em direção a Riade, atacada pela primeira vez desde o retomar das hostilidades entre o reino saudita e estes combatentes pró-iranianos.
A Arábia Saudita tem sofrido nos últimos dias ataques crescentes dos huthis, que controlam grande parte do vizinho Iémen e combatem as forças governamentais iemenitas, apoiadas pela coligação liderada por Riade.
Fortes explosões ecoaram na capital saudita durante a noite, depois de mensagens de alerta enviadas às pessoas pelas autoridades, segundo relatos de jornalistas da agência de notícias francesa AFP.
Lusa
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Teerão adverte que ações dos EUA e Israel podem por em causa tratado de armas nucleares
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano advertiu hoje que as ações dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão podem levar Teerão a reavaliar a permanência no Tratado de não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
"O Irão ainda está totalmente alinhado com a fátua (edito ou orientação) do líder supremo e não alterámos a nossa doutrina nuclear, mas não sabemos o que acontecerá no futuro. Depende do comportamento de Washington", afirmou Mohsen Rezaei em declarações à televisão Al Jazeera.
Quanto ao conflito, iniciado por ataques dos Estados Unidos e de Israel a que o Irão respondeu, tornando o conflito mais alargado, Rezaei disse que foram transmitidas à Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump as condições para parar a guerra através dos países mediadores, Qatar e Paquistão, aguardando uma resposta a esse respeito.
Lusa
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Arábia Saudita ativa alerta aéreo em Riade pela primeira vez desde agravamento do conflito no Iémen
Fortes explosões foram reportadas este sábado em Riade, após as autoridades sauditas terem emitido um alerta aéreo pela primeira vez na capital do país desde o escalar do conflito contra rebeldes Houthis pró-iranianos no Iémen.
O reino saudita tem sido alvo, nos últimos dias, de ataques crescentes dos rebeldes Houthis, apoiados pelo Irão, que controlam grande parte do território iemenita e registaram recentemente avanços significativos face ao Governo iemenita reconhecido pela comunidade internacional e apoiado por uma coligação militar liderada por Riade.
Trata-se da primeira vez que um alerta aéreo é ativado na própria capital saudita desde o agravamento do conflito, que acrescenta instabilidade à economia mundial já afetada por quase sete meses de guerra no Médio Oriente.
Lusa
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União Europeia aumenta alerta da missão naval no mar Vermelho
A União Europeia (UE) anunciou, esta sexta-feira, que aumentou o nível de alerta da sua missão naval no mar Vermelho, perante a deterioração da segurança provocada pela ofensiva dos rebeldes huthis na região.
"Perante a deterioração da situação de segurança, a operação europeia Aspides elevou o nível de alerta dos seus navios, ao mesmo tempo que prossegue as suas missões de escolta", anunciou a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, na rede social X.
A alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança condenou igualmente os recentes ataques dos rebeldes iemenitas contra território saudita.
Lusa
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Pelo menos 63 mortos em confrontos entre forças do governo e Houthis no Iémen
Os combates entre as forças governamentais iemenitas e os Houthis no Iémen deixaram 63 mortos em ambos os lados nas últimas 24 horas, disseram esta quinta-feira fontes militares do país.
Pelo menos 23 soldados do governo foram mortos em ataques com mísseis e drones realizados pelos Houthis nas províncias de Taiz e Lahj, afirmou um responsável militar do governo à agência de notícias francesa AFP.
Do lado dos Houthi, fontes militares relataram 40 combatentes mortos em ataques sauditas e combates terrestres.
Lusa
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Arábia Saudita denuncia "ataque terrorista" contra Meca
Riade classificou, esta quarta-feira, como um "ataque terrorista cobarde" o alegado lançamento de um drone contra Meca pelos rebeldes huthis do Iémen, grupo apoiado pelo Irão qe acusou de "incitar ao ódio entre os muçulmanos de todo o mundo".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita afirmou, em comunicado, que a alegada tentativa de ataque constitui mais uma demonstração das "práticas da milícia terrorista houthi de atacar e profanar locais sagrados e incitar o ódio entre os muçulmanos de todo o mundo".
As Forças Armadas sauditas anunciaram hoje ter "intercetado e destruído um drone hostil" lançado pelos huthis antes de este entrar no espaço aéreo de Meca, sem registo de vítimas ou danos materiais.
Lusa
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Oitenta navios atacados e 22 tripulantes mortos no estreito de Ormuz desde março
Oitenta navios foram atacados no estreito de Ormuz e pelo menos 22 tripulantes mortos desde o início do conflito entre os EUA e o Irão, no final de fevereiro, segundo a Organização Marítima Internacional (OMI).
A este balanço juntam-se pelo menos quatro mortos no mais recente ataque dos rebeldes xiitas iemenitas huthis contra um navio, a 11 de agosto, no Mar Vermelho.
Lusa
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Arábia Saudita afirma ter destruído drone dos Houthis lançado contra Meca
A coligação militar liderada pela Arábia Saudita afirmou esta quarta-feira ter destruído um drone lançado pelos Houthis do Iémen em direção a Meca, o local mais sagrado da religião islâmica, algo que os rebeldes pró-iranianos desmentiram.
"No dia 15 de setembro de 2026, as Forças Reais sauditas de defesa aérea conseguiram intercetar e destruir um drone hostil lançado pela milícia terrorista houthi antes de entrar no espaço aéreo interdito da capital sagrada", escreveu a coligação em comunicado, acrescentando que "o drone foi intercetado a sul da cidade de Meca".
O porta-voz da coligação, general Turki Al-Maliki, denunciou "tentativas desesperadas da milícia e dos seus aliados para perturbar a segurança e a estabilidade e colocar em risco os fiéis da Mesquita Sagrada, os cidadãos e os residentes".
Lusa
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Israel bombardeia cidades no sul do Líbano
O exército israelita atacou as cidades de Mansouri e Hadataha, no sul do Líbano, na tarde desta terça-feira.
De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano, citada pela Aljazeera, Israel levou a cabo uma operação de bombardeamento ao mesmo tempo em ambas as localidades.
Correio da Manhã
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Houthis ameaçam Arábia Saudita após alegados ataques no Iémen
Os rebeldes huthis avisaram hoje que a Arábia Saudita "não estará segura enquanto continuar com as suas operações hostis" no Iémen, acusando Riade de ter realizado 300 ataques aéreos em cinco dias.
"O inimigo saudita não estará seguro enquanto continuar com as suas operações hostis", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros huthi, num comunicado divulgado pela agência Saba, controlada pelos insurgentes.
A ameaça surge num contexto de intensos combates entre os huthis e as forças leais ao Governo iemenita reconhecido internacionalmente e apoiado pela Arábia Saudita.
Lusa
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Combates no Iémen causam 504 mortos e quase 2 400 feridos
Pelo menos 504 pessoas morreram e quase 2.400 ficaram feridas no último mês de combates entre os rebeldes huthis e as forças do Governo do Iémen reconhecido internacionalmente, anunciou, esta segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A missão da agência das Nações Unidas no Iémen alertou para um forte aumento do número de vítimas nos últimos dias, indicando que, apenas entre 06 e 12 de setembro, foram contabilizadas 1.746 vítimas, incluindo 297 mortos.
O aumento das baixas ocorreu durante a ofensiva dos insurgentes huthis, apoiados pelo Irão, para conquistar a costa sul do país árabe.
Lusa
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Iémen acusa milícias Houthis da morte de 150 civis
O Governo do Iémen, reconhecido internacionalmente, afirmou este domingo que pelo menos 150 civis morreram e mais de 200 ficaram feridos nos últimos dez dias em ataques atribuídos às milícias rebeldes Houthis.
"O Ministério dos Direitos Humanos condena energicamente a escalada militar e as violações generalizadas cometidas pelas milícias terroristas Houthis desde 3 de setembro", refere um comunicado, citando ataques em várias zonas das províncias de Taiz, Hodeida e Marib, incluindo bombardeamentos com mísseis balísticos, drones e diversos tipos de armamento contra áreas povoadas, campos de deslocados e comboios de civis em fuga.
Segundo um balanço inicial, os ataques provocaram "a morte de 150 civis e ferimentos em mais de 200", além de terem forçado cerca de 85.000 pessoas a abandonar as suas casas, sofrendo destruição de propriedades e perda de meios de subsistência.
Lusa
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Ouvidas explosões no sul do Irão
Várias explosões foram ouvidas na noite deste domingo na na cidade de Sirik, província de Hormozgan, no sul do Irão.
De acordo com a a agência IRNA, citada pela Aljazeera, a causa das explosões ainda não foi determinada.
Correio da Manhã
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Trump diz que EUA sairão do Irão a não ser que decida "ficar com o petróleo" como na Venezuela
O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse este domingo que os Estados Unidos sairão do Irão, "a não ser que" Washington decida "ficar com o petróleo, como na Venezuela", país onde ainda não vê condições para a realização de eleições.
"Eventualmente, sairemos [do Irão], a menos que decidamos permanecer e ficar com o petróleo, como na Venezuela. Já não se fala da Venezuela, pois não? Recebemos milhares e milhares e milhares de milhões de dólares. Pagamos a guerra muitas vezes", disse o presidente aos jornalistas em Doonbeg, na Irlanda, onde assistia a um torneio no seu próprio clube de golfe.
Lusa
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Teerão diz que acordo com Omã não leva à reabertura do estreito de Ormuz
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, disse hoje que o acordo com Omã não vai levar à reabertura do estreito de Ormuz, pelo menos, até que os EUA retomem os seus compromissos.
"O acordo com Omã não significa, de forma alguma, que o estreito de Ormuz será reaberto", afirmou o ministro, em entrevista ao Al-Araby Al-Jadeed, um meio de comunicação social panárabe com sede em Londres.
De acordo com o governante, a condição do Irão para a reabertura do estreito de Ormuz é que os EUA retomem o cumprimento dos seus compromissos, previstos no Memorando de Islamabad, assinado em junho, entre Teerão e Washington.
Lusa
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Teerão denuncia que guerra bloqueia acesso dos iranianos a alimentos e medicamentos
O Presidente iraniano denunciou este domingo que a guerra dos EUA contra o Irão trava o acesso da população a "alimentos e medicamentos", referindo-se ao recrudescimento das sanções e ao bloqueio naval de Washington contra Teerão.
"Se são humanos, por que privam a população de acesso à água, aos alimentos e aos medicamentos?", disse Masud Pezeshkian numa publicação na sua conta no X.
O Presidente acusou os EUA de empreenderem "uma guerra contra as infraestruturas civis, os recursos alimentares e os meios de subsistência da população".
Lusa
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Teerão confirma ataque contra um dos seus navios comerciais no Estreito de Ormuz
Um navio mercante iraniano foi este domingo alvo de um ataque no Estreito de Ormuz, que causou uma vítima mortal e três feridos, informaram as autoridadesi iranianas.
"Um navio mercante foi atingido por volta das 05:00 (02:30 em Lisboa) desta manhã ao largo da ilha de Hengam e da ilha de Qeshm. Uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas", afirmou, sem especificar a origem deste ataque, o governador da cidade de Qeshm, Amir Teymouri, citado pela televisão estatal e pela agência Tasnim.
Foram relatadas várias explosões durante a noite nas proximidades de Qeshm, que é a maior ilha do estreito de Ormuz.
Lusa
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Projétil de origem desconhecida atinge navio no Estreito de Ormuz
Um navio que atravessava o Estreito de Ormuz foi atingido por um projétil de origem desconhecida, informou hoje o Gabinete de Operações Marítimas Comerciais do Reino Unido (UKMTO), sem indicar se o incidente causou vítimas ou danos materiais.
"A UKMTO recebeu um relatório sobre um incidente no Estreito de Ormuz. Um projétil desconhecido atingiu um navio enquanto este atravessava o estreito", indicou a organização num comunicado divulgado nas redes sociais.
A UKMTO precisou que ainda não dispõe de informações sobre a situação dos membros da tripulação, a extensão dos possíveis danos no navio ou as eventuais repercussões ambientais decorrentes do impacto.
Lusa
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Pelo menos 76 mil deslocados no Iémen desde julho
Pelo menos 76 mil pessoas fugiram das suas casas com a intensificação dos confrontos no Iémen, anunciou este sábado a ONU, alertando para um agravamento da crise no país.
"Pelo menos, 76.000 pessoas fugiram das suas casas desde julho com a intensificação dos combates", anunciou, em comunicado, a Organização Internacional para as Migrações (OIM), alertando que esta crise se está a agravar rapidamente e muda a "cada hora".
Em Dublim, esta manhã, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ter mantido conversas com os rebeldes huthis pró-Irão do Iémen, que pediram a Washington para não interferir no conflito com a Arábia.
Lusa
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Irão e Omã alcançam acordo mas reabertura do Estreito de Ormuz continua em aberto
O Irão e Omã alcançaram um entendimento, este sábado, sem previsão da reabertura imediata do Estreito de Ormuz, mas estabelecendo as bases para que essa reabertura possa vir a acontecer.
De acordo com fonte iraniana à agência Tasnim, citada pelo Times of Israel, este consenso representa um passo para que o Irão exerça a sua soberania sobre o estreito.
Correio da Manhã
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Líderes dos BRICS pedem máxima contenção face a escalada na guerra
Os líderes dos BRICS pediram este sábado máxima contenção perante a escalada na guerra no Médio Oriente, a manutenção do movimento do comércio e energia e rejeitaram sanções unilaterais contrárias ao direito internacional.
"Manifestamos profunda preocupação com a contínua escalada das tensões no Médio Oriente e, recordando as nossas respetivas posições nacionais, apelamos para a máxima contenção e que se evitem ações que possam agravar ainda mais a situação", de acordo com a Declaração de Nova Deli, assinada pelos 11 líderes dos BRICS e citada pela agência de notícias espanhola EFE.
O documento, aprovado por unanimidade na sala principal do centro de convenções Bharat Mandapam, em Nova Deli, exige também a proteção dos civis e das infraestruturas civis, assim como o respeito pela soberania e integridade territorial dos Estados.
Lusa
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Riade encerra preventivamente oleoduto após vários ataques
O oleoduto leste-oeste, situado nas regiões de Riade e Medina, que transporta aproximadamente sete milhões de barris de crude por dia, foi encerrado preventivamente após vários ataques com drones provenientes do Iraque, divulgou esta sexta-feira o Ministério da Energia saudita.
O ministério informou em comunicado que o oleoduto, a principal rota de abastecimento para os mercados globais no atual contexto de tensões no estreito de Ormuz, foi "alvo de múltiplos ataques na manhã de quinta-feira", pelo que "foi encerrado como medida de precaução".
"Os ataques fizeram vários feridos, que receberam assistência médica", acrescentou a mesma fonte.
Pouco depois, o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita afirmou que o ataque foi realizado com vários drones lançados do Iraque, causando danos que "estão atualmente a ser reparados".
Lusa
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Teerão confirma reunião sobre Ormuz com países do Golfo na segunda-feira
O Irão vai realizar conversações na segunda-feira com os países do Golfo em Omã sobre o estreito de Ormuz, bloqueado há mais de seis meses pelas forças iranianas, confirmou esta sexta-feira a diplomacia de Teerão.
"Este encontro deverá promover um melhor entendimento entre os países da região e contribuir para o reforço da segurança regional comum", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão aos jornalistas.
Representantes do Iraque e de "outros Estados costeiros do Golfo" participam na reunião de segunda-feira, disse o porta-voz do Ministério iraniano, que não especificou quais dos restantes cinco Estados da organização (Kuwait, Arábia Saudita, Bahrein, Qatar e Emirados Árabes Unidos) vão estar presentes.
Lusa
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Rebeldes huthis do Iémen tomam cidade no mar Vermelho
Os rebeldes xiitas huthis do Iémen tomaram esta quinta-feira o controlo da cidade de Moka, no mar Vermelho, e estavam a avançar em direção ao estreito-chave de Bab el-Mandeb, disse uma fonte governamental iemenita.
Testemunhas disseram ter visto forças rebeldes a entrar na cidade portuária a "gritar morte à América, morte a Israel", noticiou a agência France-Presse (AFP).
Os avanços dos rebeldes apoiados pelo Irão seguem-se a bombardeamentos da coligação liderada pela Arábia Saudita que apoia o Governo do Iémen.
Lusa
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Irão rejeita ligações com rebeldes Huthis após acusações dos EUA
O Irão defendeu esta quinta-feira que os Huthis são "um ator iemenita independente, que toma as suas próprias decisões", rejeitando a acusação, feita pelos Estados Unidos (EUA), de que os rebeldes são afiliados a Teerão.
Na terça-feira, o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, disse que "os Huthis são, em muitos aspetos, agentes e representantes dos iranianos" e que, "claramente, por detrás de parte disso está a mão do Irão".
"As mentiras de Marco Rubio não podem substituir os factos", disse esta quinta-feira o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baqaei, nas rede sociais.
Lusa
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Dirigente do Hamas na Cisjordânia morre em ataque israelita em Gaza
O braço armado do Hamas confirmou esta terça-feira a morte de um dos seus dirigentes na Cisjordânia, na sequência de um ataque executado pelo Exército israelita a oeste da cidade de Gaza, na Faixa de Gaza.
O alvo do ataque foi Farah Ahmed Abdel Majid Hamed, membro do Conselho Militar das Brigadas Ezzedin al-Qassam na Cisjordânia, segundo um comunicado divulgado pela agência de notícias palestiniana Sanad.
Conhecido por Abu Hamed, integrava o braço armado do Hamas em Silwad, município a noroeste da cidade de Ramallah, e tinha chegado à Faixa de Gaza no âmbito de uma troca de prisioneiros com Israel em 2011, depois de ter passado oito anos numa prisão do país.
Lusa
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Guterres condena escalada e insiste que plano para Ormuz está "em cima da mesa"
O secretário-geral da ONU condenou esta terça-feira a escalada da tensão entre EUA e Irão e insistiu que o seu plano para facilitar a passagem de fertilizantes através do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão, continua "em cima da mesa".
A declaração em nome de António Guterres foi feita pelo seu porta-voz, Stéphane Dujarric, na conferência de imprensa diária, depois de a República Islâmica ter afirmado, embora Washington o tenha negado mais tarde, que atacou dois navios norte-americanos, oito petroleiros e cerca de dez embarcações no estreito de Ormuz.
Reivindicou ainda um ataque contra uma base norte-americana na Jordânia, em resposta aos ataques norte-americanos contra cinco petroleiros iranianos no Golfo Pérsico.
Lusa
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Síria condena entrada "ilegal" de Netanyahu no seu território
A Síria condenou a entrada do Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, no seu território durante uma visita hoje aos militares israelitas destacados no sul do país, descrevendo-a como uma ação "provocatória" e uma "flagrante violação" da sua soberania.
"A República Árabe Síria condena com a maior firmeza a entrada ilegal do Primeiro-Ministro da ocupação israelita, Benjamin Netanyahu, no território sírio e a sua visita ao monte Hermon, numa ação provocatória que constitui uma violação flagrante da soberania", declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros num comunicado.
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu declarou durante aquela rara visita a soldados israelitas destacados na Síria, que a República Islâmica do Irão estava prestes a colapsar, à medida que as hostilidades entre os Estados Unidos, aliados de Israel, e Terrão se intensificam.
Lusa
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Netanyahu defende que República Islâmica está prestes a colapsar
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, defendeu esta quarta-feira, durante uma rara visita a soldados israelitas posicionados na Síria, que o regime iraniano está prestes a colapsar, numa altura de intensificação das hostilidades entre Estados Unidos e Irão.
"Ainda há trabalho a fazer. A principal tarefa é derrubar o regime terrorista no Irão. Estamos muito perto disso. Sabemos que todo este eixo (com os grupos aliados do Irão) acabará por colapsar", frisou desde a encosta síria do Monte Hermon, na fronteira entre Israel e a Síria, durante uma visita acompanhado pelo ministro da Defesa, Israel Katz.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria condenou, em comunicado, a presença de Netanyahu no seu território, classificando-a como uma ação "provocadora" e uma "violação flagrante" da soberania do país.
Lusa
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Trump diz que guerra com o Irão vai acabar após as eleições intercalares dos EUA a 3 de novembro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quarta-feira que o conflito com o Irão vai terminar "imediatamente" depois das eleições intercalares dos EUA, que este ano se realizam a 3 de novembro. "Acho que a guerra vai terminar imediatamente após as eleições porque eles não conseguem resistir por mais tempo", disse Trump aos jornalistas na Base Aérea Conjunta Andrews, a caminho da convenção republicana em Dallas, Texas.
"Eles estão desesperados para tentar influenciar a eleição para que possamos colocar um grupo de pessoas fracas no poder e deixá-los em paz, permitindo que eles tenham as suas armas nucleares", cita ainda o Washington Examiner.
Donald Trump avançou também que o preço do petróleo não deve baixar até depois das eleições. "Logo após as eleições, os preços do petróleo vão despencar”, disse Trump, citado pela CNBC
Margarida Ponte Silva
JornalistaSeguir Autor:
Teerão, Pequim e Moscovo criticam envio de programa nuclear ao Conselho de Segurança
Irão, China e Rússia criticaram esta quarta-feira a decisão da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) de remeter a questão do programa nuclear iraniano ao Conselho de Segurança da ONU por incumprimento das obrigações de Teerão de não-proliferação nuclear.
Uma maioria de 23 de 34 membros com direito de voto do Conselho de Governadores da AIEA aprovou esta quarta-feira a resolução em Viena, criticando Teerão por não cooperar numa investigação de longa duração sobre vestígios de urânio detetados por inspetores em vários locais não declarados no Irão.
A resolução, que teve os votos contra da China, Rússia e Níger e a abstenção de oito países, remete a questão ao Conselho de Segurança das Nações Unidas pela primeira vez em 20 anos.
Lusa
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Agência atómica da ONU reporta Teerão ao Conselho de Segurança pela primeira vez em 20 anos
O conselho do organismo de vigilância atómica da ONU reportou esta quarta-feira o Irão ao Conselho de Segurança, pela primeira vez em 20 anos, por não cumprir as obrigações nucleares.
Uma maioria de 23 de 34 membros com direito de voto do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) aprovou esta quarta-feira a resolução em Viena, criticando Teerão por não cooperar numa investigação de longa duração sobre vestígios de urânio detetados por inspetores em vários locais não declarados no Irão.
A China, a Rússia e o Níger opuseram-se, enquanto oito países se abstiveram, segundo diplomatas citados pela agência Associated Press (AP), que falaram sob condição de anonimato para descrever o resultado da votação à porta fechada.
Lusa
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Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita afasta plano para expulsar habitantes de Gaza
O chefe da diplomacia israelita afirmou hoje que não há "qualquer intenção de expulsar ou deportar ninguém da Faixa de Gaza", após o ministro da Defesa ter divulgado um plano para retirar a população do território.
No entanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita observou que Israel não colocará problemas aos palestinianos que desejem abandonar a Faixa de Gaza.
"Se alguém desejar emigrar voluntariamente e houver um país disposto a recebê-lo, como acontece em qualquer zona de conflito em todo o mundo, não nos oporemos. Mas não forçaremos ninguém contra a sua vontade", declarou Gideon Saar, em Liubliana, durante a inauguração da primeira embaixada de Israel na Eslovénia.
Lusa
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Teerão diz que ataques dos EUA a petroleiros iranianos são ameaça à segurança
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão condenou esta quarta-feira os ataques dos Estados Unidos a petroleiros iranianos, afirmando que representam não só uma "escalada perigosa", como uma ameaça à paz e à segurança regional e internacional.
"As ações agressivas dos Estados Unidos contra as embarcações comerciais iranianas não só aumentam os perigos associados às tensões na região, como também constituem uma clara ameaça à paz e à segurança regional e internacional", afirmou o ministério em comunicado.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, dirigido por Abbas Araghhi, classificou ainda os ataques, o bloqueio marítimo e a guerra económica levados a cabo pelos Estados Unidos como "uma violação flagrante da Carta da ONU e do Direito Internacional".
Lusa
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Vários navios em chamas na região do Golfo
Vários navios estão em chamas na região do Golfo, anunciou esta quarta-feira a agência marítima britânica UKMTO, depois de o Irão ter revelado que visou duas dezenas de embarcações que tentavam entrar no estreito de Ormuz.
Incêndios foram declarados em vários navios mercantes em plena escalada das "operações militares em curso na região", escreveu a UKMTO, sem acrescentar a hora nem se havia vítimas.
A entidade ligada à Marinha britânica afirmou ter recebido informações sobre várias embarcações que "foram alvejadas e ficaram inoperacionais".
Lusa
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Barril de Brent ultrapassa barreira de 100 dólares, um máximo desde julho
O preço do barril de Brent para entrega em novembro ultrapassa esta quarta-feira a barreira de 100 dólares, o nível mais alto desde o final de julho, depois de ter subido 2,20%, devido ao aumento das tensões entre Washington e Teerão.
Às 08:29 em Lisboa, o Brent, o petróleo de referência da Europa, atingiu 100,19 dólares o barril no mercado de futuros de Londres, depois de subir 2,20%.
O Brent encadeia hoje quatro sessões a subir perante a escalada de ataques cruzados entre os Estados Unidos e o Irão e os receios do mercado face a possíveis interrupções no fornecimento de petróleo do Médio Oriente.
Lusa
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Teerão responde a ataques dos EUA e visa bases norte-americanas na Jordânia
O Corpo da Guarda da Revolução Islâmica (CGRI) iraniana afirmou esta quarta-feira ter atacado dois navios de guerra norte-americanos e bases de Washington na Jordânia, em retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra petroleiros iranianos.
De acordo com um comunicado do CGRI, divulgado pela agência iraniana Tasnim, Teerão atacou a base de Al Azraq, na Jordânia, e dois contratorpedeiros norte-americanos que transportavam mísseis de cruzeiro.
Este ataque, destinado a "punir o agressor", causou danos, nomeadamente, "nas instalações onde estão estacionados os caças F-35, F-16 e F-15, bem como nos abrigos para aviões de combate" da base norte-americana de Al-Azraq, a 100 quilómetros a leste de Amã, afirmou o CGRI, citado pela agência oficial Irna.
Lusa
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Guarda Revolucionária anuncia ataques contra navios no Kuwait e Bahrein
A Guarda Revolucionária iraniana alertou na terça-feira à noite que ia atacar navios-tanque no Kuwait e no Bahrein, instando as tripulações a "abandonarem os seus navios imediatamente", segundo a agência de notícias oficial IRNA.
"Perante os crimes cometidos pelo exército terrorista norte-americano, que atacou vários petroleiros pertencentes à República Islâmica do Irão, alertamos todos os petroleiros que se encontram atualmente em portos do Kuwait e do Bahrein (que albergam estes terroristas e são cúmplices das suas ações ilícitas), quer estejam ancorados ou atracados, para que abandonem as suas embarcações, pois serão alvo de ataques", destacou o exército ideológico do Irão, segundo a IRNA.
Também na terça-feira à noite as forças armadas norte-americanas anunciaram a destruição de cinco petroleiros na região do Golfo, em retaliação pelos ataques levados a cabo pela Guarda Revolucionária do Irão contra uma embarcação militar norte-americana nos últimos dois dias.
Lusa
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Rubio diz ver "mão" de Teerão por trás de ataque dos houthis à Arábia Saudita
O secretário de Estado americano Marco Rubio disse hoje que o Irão esteve por trás dos ataques lançados pelos Houthis na Arábia Saudita.
"Por muitos aspetos, os Houthis são agentes e aliados dos iranianos. Acho que a mão do Irão está claramente por trás de parte destes acontecimentos", afirmou o chefe da diplomacia americana em resposta a uma pergunta sobre os ataques levados a cabo pelos rebeldes pró-iranianos em território saudita, que causaram dezenas de feridos.
Uma série de ataques dos hutis do Iémen deixou 73 civis feridos no sudoeste da Arábia Saudita, anunciou hoje a coligação liderada por Riade, aliada do governo iemenita, que prometeu uma resposta contra o grupo rebelde pró-iraniano.
Lusa
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Teerão diz ter capturado drone submarino americano no estreito de Ormuz
A Armada da Guarda Revolucionária iraniana afirmou esta terça-feira que capturou um submarino não tripulado "avançado" dos Estados Unidos no estreito de Ormuz.
"As forças navais da Guarda Revolucionária capturaram um dos submarinos não tripulados mais modernos e inteligentes do exército terrorista americano à entrada do estreito de Ormuz", indicou o corpo militar de elite iraniano num comunicado citado por meios de comunicação daquele país.
A captura do drone submarino ocorreu numa "complexa operação de inteligência ao amanhecer", acrescentou a nota.
Lusa
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Teerão ameaça atacar bases americanas na região se os seus petroleiros forem atacados
O chefe do estado-maior das forças armadas iranianas, Ali Abdollahi, ameaçou esta terça-feira lançar novos ataques contra bases americanas na região se os petroleiros iranianos voltarem a ser alvos.
"O exército americano (...) pediu a evacuação dos petroleiros iranianos para os atacar. Portanto, anuncio que qualquer ataque contra petroleiros iranianos levará a ataques das forças armadas da República Islâmica do Irão às bases americanas na região", declarou o general, citado pela televisão estatal.
Entretanto, esta terça-feira à noite foram ouvidas explosões no Irão, na ilha de Kharg, no norte do Golfo, e na cidade portuária de Jask, perto do estreito de Ormuz, noticiaram agências de notícias iranianas.
Lusa
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Gabinete de Netanyahu nega alerta sobre ataque iminente do Hamas
O gabinete do primeiro-ministro israelita negou esta terça-feira que Benjamin Netanyahu tenha sido informado pelos Emirados Árabes Unidos sobre um ataque que estava a ser preparado pelo grupo palestiniano Hamas poucos dias antes de 07 de outubro de 2023.
Enquanto Israel se prepara para eleições legislativas renhidas, várias figuras da oposição criticaram-no duramente após a publicação do artigo no jornal Haaretz.
Com base num livro a ser lançado em breve, a reportagem afirma que o Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed, entrou em contacto com Netanyahu durante a última semana de setembro de 2023 para o alertar de que o movimento armado palestiniano estava a planear uma grande operação.
Lusa
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Governo dos EUA impõe sanções a setor da aviação iraniano
O Governo dos Estados Unidos incluiu esta terça-feira todo o setor da aviação do Irão na sua lista negra e ameaçou sancionar qualquer organização que trabalhe com companhias aéreas iranianas.
"Todas as companhias aéreas iranianas" se encontram agora sob sanções económicas, anunciou em comunicado o Departamento do Tesouro norte-americano, que gere o lado económico da guerra de Washington contra Teerão.
As principais companhias aéreas iranianas, Mahan Air e Iran Air, já eram alvo de sanções. Agora, juntam-se-lhes 27 transportadoras que operam à escala local ou regional.
Lusa
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Israel encerra consulado britânico em resposta a sanções na Cisjordânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita anunciou esta terça-feira o encerramento do consulado britânico em Jerusalém em retaliação pelas sanções contra os colonatos israelitas na Cisjordânia, impostas por Londres e outros países ocidentais.
O encerramento do consulado britânico em Jerusalém implica também a retirada dos representantes britânicos do centro de coordenação em Gaza e a suspensão das atividades de formação britânicas para as forças da Autoridade Palestiniana na Cisjordânia, segundo Gideon Saar.
Além disso, o ministro avançou que Israel vai proibir a entrada em Israel de 12 cidadãos britânicos considerados "anti-Israel" e "antissemitas", sem especificar quem eram.
Lusa
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Reino Unido anuncia sanções a colonatos israelitas perante "limpeza étnica" na Cisjordânia
O Governo do Reino Unido anunciou esta terça-feira a proibição de importação de bens produzidos nos colonatos israelitas na Cisjordânia, invocando "uma limpeza étnica dos palestinianos" por "colonos terroristas".
"O Governo britânico reconhece que está a ocorrer uma limpeza étnica dos palestinianos em zonas da Cisjordânia, perpetrada por colonos terroristas, e que, com demasiada frequência, o Governo israelita tem fechado os olhos a esta situação", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Ed Miliband.
Numa intervenção esta terça-feira no parlamento britânico, Miliband lamentou que ministros israelitas "têm feito declarações e tomado medidas para apoiar o deslocamento forçado dos palestinianos".
Lusa
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Amnistia defende que ataques EUA/Israel devem ser investigados como eventuais crimes de guerra
A Amnistia Internacional defendeu esta terça-feira que os ataques dos EUA e de Israel que, em março, causaram dezenas de mortos e feridos em Teerão, devem ser investigados urgentemente para determinar se constituem crimes de guerra.
Em relatório, a organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos apelou para a responsabilização e a reparação por possíveis ataques indiscriminados que violem o direito internacional humanitário.
A Amnistia Internacional (AI) avançou que imagens de satélite mostraram que os ataques aéreos aos bairros de Niloufar, Resalat e Javadieh, em Teerão, realizados entre 01 e 13 de março, mataram e feriram civis e causaram danos extensos a habitações, estabelecimentos comerciais e outros edifícios.
Lusa
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Pelo menos 11 mortos, entre os quais duas crianças, em ataques israelitas no Líbano
Pelo menos 11 pessoas morreram em ataque israelitas, na madugada desta segunda-feira, na cidade de Kfar Rumman, no Líbano.
De acordo com a National News Agency, citada pela Aljazeera, nove pessoas, incluindo duas crianças, morreram num ataque contra um edifício residencial de três andares na cidade do sul. Outras cinco pessoas ficaram feridas.
Outras duas pessoas morreram num ataque israelita com um drone contra um veículo civil na mesma cidade. As vítimas como dois paramédicos da Associação Islâmica de Escuteiros, Ali Shahrour e Hadi Farhat.
Correio da Manhã
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Irão ameaça criar nova "zona interdita" no estreito de Ormuz nos próximos dias
O Irão ameaçou este domingo os Estados Unidos de dar uma resposta "mais intensa" criando uma nova "zona interdita" no Estreito de Ormuz "nos próximos dias", anunciou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaï.
Desde sexta-feira, os dois blocos têm-se atacado sobretudo na região do Golfo, onde o tráfego marítimo continua muito reduzido entre o bloqueio do Estreito de Ormuz por parte de Teerão, e o bloqueio marítimo americano imposto, em contrapartida, aos portos iranianos.
Num sinal de endurecimento das posições, Mohsen Rezaï indicou que esta zona "começará na linha de bloqueio da marinha americana e incluirá setores do Golfo", precisou.
"Qualquer navio que entre nesta nova zona será colocado numa lista de sanções", ameaçou o dirigente iraniano.
Na sexta-feira, o Irão tinha começado por visar um porta-aviões e um contratorpedeiro americanos, que "escaparam a múltiplos ataques iranianos não provocados", de acordo com Washington.
O exército americano respondeu no sábado, atacando três petroleiros que, segundo Washington, estavam ligados aos Guardas da Revolução, enquanto a força armada iraniana afirmou depois ter visado, em retaliação, três petroleiros no estreito de Ormuz.
Lusa
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Quatro mortos em ataques aéreos israelitas no Líbano
O Ministério da Saúde libanês anunciou este domingo a morte de quatro pessoas em ataques aéreos israelitas no sul do país.
O Ministério da Saúde libanês reportou duas mortes em Nabatieh el-Faouqa e ainda outros dois mortos - duas mulheres - em Arabsalim, numa cidade vizinha.
As autoridades libanesas acrescentaram que outras 20 pessoas ficaram feridas em vários locais devido aos ataques israelitas, incluindo várias mulheres e três crianças.
Lusa
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Exército iraniano do promete retaliação "mais forte" se ataques de EUA prosseguirem
O Exército iraniano prometeu este sábado uma retaliação "mais forte" contra navios de guerra norte-americanos, se Washington prosseguir os seus ataques a embarcações iranianas, após os Estados Unidos anunciarem ter danificado três petroleiros iranianos.
"O Exército terrorista norte-americano é advertido de que se os atos malévolos, a insegurança e o assédio a navios iranianos, bem como o bloqueio naval ao Irão prosseguirem, os ataques das Forças Armadas da República Islâmica do Irão a embarcações militares norte-americanas na região serão mais fortes que anteriormente e poderão alastrar", declarou o tenente-coronel Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do Comando de Operações Conjuntas Khatam al-Anbiya, num comunicado.
Lusa
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Irão ataca embarcações com bandeira dos EUA no Estreito de Ormuz
A Marinha do Irão anunciou, este sábado, que atacou três navios petroleiros que navegavam por rotas “não autorizadas” no Estreito de Ormuz, assim como três embarcações ligadas aos EUA “em outras áreas”, avançou a Al Jazeera.
A marinha iraniana, através de um comunicado divulgado na estação IRIB , alertou que todas as embarcações que passarem no Golfo Pérsico ou perto do Estreito de Ormuz não se devem deixem "enganar" pelos militares dos EUA e pediu que "se abstenham de qualquer movimento suspeito com o objetivo de transitar por vias navegáveis não autorizadas".
Correio da Manhã
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Secretário da defesa dos EUA avisa que as tropas "podem atacar" o Irão
O secretário da defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, alertou que os EUA estão "prontos a atacar" o Irão. O aviso foi partilhado na rede social X, depois de os EUA revelarem que destruíram três embarcações do Irão.
"Se o Irão atacar os navios americanos, destruiremos (e afundaremos) os seus petroleiros", escreveu este sábado, sublinhado que "a frota de petroleiros do Irão está indefesa".
O secretário disse ainda que o Irão não possui marinha nem força aérea. "Os nossos aviões, navios e submarinos podem atacá-los a todos", ameaçou.
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Tropas dos EUA destroem três petroleiros iranianos
As tropas dos Estados Unidos atacaram, este sábado, três embarcações com bandeira do Irão. A informação foi partilhada pelo Comando Central dos EUA na rede social X, acompanhado de uma vídeo satélite que mostra o momento da ofensiva.
As tropas da América do Norte revelaram que atingiram os navios após o Irão ter atacado dois navios de guerra dos EUA: "Se vocês atingirem dois dos nossos navios, nós destruímos três dos vossos".
Mais cedo, durante este sábado também, foram ouvidas explosões na ilha iraniana de Kharg, no Golfo Pérsico, perto de um terminal petrolífero.
Correio da Manhã
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Explosões ouvidas na ilha iraniana de Kharg
Foram ouvidas explosões na ilha iraniana de Kharg, no Golfo Pérsico, perto de um terminal petrolífero. A origem de explosões é ainda desconhecida, de acordo com a agência de notícias iraniana Fars citada pelo The Times of Israel. Informação adiantada pela agência aponta que o navio iraniano foi atingido por quatro projéteis. Até ao momento, as autoridades iranianas ainda não se pronunciaram sobre o ataque.
Correio da Manhã
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Dois mortos após ataques israelitas no sul do Líbano
Duas pessoas morreram esta sexta-feira e pelo menos quatro ficaram feridas na sequência de ataques do exército israelita no sul do Líbano, informou esta sexta-feira a Agência Nacional de Notícias libanesa (NNA).
«Dois jovens foram alvejados enquanto circulavam de moto em Nabatiyeh [sul do Líbano]. As equipes de resgate transportaram os corpos para um dos hospitais», adiantou a agência de notícias.
Outro ataque atingiu uma casa na vila de Rmadiyeh, nos arredores da cidade de Tiro, que alberga pessoas deslocadas de outras localidades do sul do país, e causou quatro feridos, avançou à NNA uma fonte dos serviços de resgate.
Lusa
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Trump considera guerra contra República Islâmica uma "coisa pequena" para EUA
O Presidente norte-americano, Donald Trump, considerou esta sexta-feira que a guerra contra o Irão é uma "coisa pequena" para os Estados Unidos, apesar de se prolongar há mais de seis meses e das baixas provocadas nas forças armadas.
Em declarações aos jornalistas na Casa Branca, o líder norte-americano procurou desvalorizar o impacto da ofensiva militar lançada em conjunto com Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica e questionou se o termo guerra é aplicável.
"Muitas pessoas não lhe chamam guerra. Eu digo que é um conflito militar, porque para nós é uma coisa pequena. Não é grande coisa", comentou, referindo-se a uma intensidade "intermitente" nos combates.
Lusa
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Gasóleo nos EUA atinge preço recorde de 5,85 dólares por galão
O preço do gasóleo nos Estados Unidos atingiu esta sexta-feira um novo recorde de 5,85 dólares (cerca de cinco euros) por galão (3,8 litros), superando o máximo registado em 2022, segundo dados da Associação Automóvel Americana (AAA).
O novo máximo surge num contexto de forte subida dos preços da energia desde que os Estados Unidos desencadearam uma guerra contra o Irão, com Teerão a retaliar, nomeadamente, através do bloqueio do estreito de Ormuz, uma importante rota marítima para o transporte de hidrocarbonetos.
Lusa
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Israel assume controlo de instalação subterrânea do Hezbollah no Líbano
O exército israelita revelou esta quinta-feira que assumiu o "controlo operacional" das estratégicas colinas de Ali Taher, no Líbano, depois de ter iniciado a limpeza de uma instalação subterrânea pertencente ao movimento xiita Hezbollah.
"Forças da 36.ª Divisão atuaram para limpar os dois túneis subterrâneos na área das colinas de Ali Taher, dentro da zona de segurança. As forças obtiveram o controlo operacional da área da cordilheira, tanto acima como abaixo do solo, e expulsaram terroristas da área, matando alguns enquanto outros fugiram", pode ler-se num comunicado.
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) destacaram que as operações militares para concluir a limpeza da área que fica nos arredores da cidade de Nabatieh al-Fawqa, no sul do Líbano, ainda estão em curso.
Lusa
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Trump diz ter munições ilimitadas para guerra e nega venda a aliados
O Presidente norte-americano afirmou esta quinta-feira que os Estados Unidos têm munições de médio e longo alcance "quase ilimitadas" para continuar a guerra contra o Irão, estando a reter a produção, mas retomarão em breve as vendas aos aliados.
"Para a escumalha traiçoeira que se recusa a relatar com precisão a nossa operação militar no Irão: temos quantidades quase ilimitadas de munições de médio e longo alcance, muito mais do que poderíamos usar nesta ou em qualquer outra guerra", declarou Donald Trump na sua rede social, Truth Social.
Segundo o chefe de Estado norte-americano, o país está a produzir a "níveis nunca vistos" e a acumular a produção para eventuais contingências.
Lusa
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Netanyahu acredita que queda do regime iraniano está "ao alcance" de Israel
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta quinta-feira que a queda do regime iraniano está "ao alcance" de Israel, num vídeo divulgado pelo seu gabinete, após uma cerimónia com responsáveis da área de segurança.
Defendendo que a liderança da República Islâmica "está a lutar pela sua sobrevivência", o chefe do Governo israelita acredita na "capacidade de eliminar esta ameaça de uma vez por todas, ou seja, derrubar este regime", observando que se trata da "principal missão" que resta a Israel.
"Mas está próxima, não é impossível, está ao nosso alcance", frisou Netanyahu.
Lusa
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Israel liberta cinco civis libaneses detidos nos últimos meses
Israel libertou cinco detidos libaneses, na tarde desta quinta-feira, que tinham sido detidos nos últimos meses, anunciou o gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.
Os detidos libertados não são membros nem estão afiliados ao Hezbollah, sendo civis que foram detidos durante os combates, ainda de acordo com Netanyahu.
Esta nova libertação tem como objetivo facilitar a devolução dos restos mortais dos líderes da comunidade judaica libanesa.
Correio da Manhã
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Irão afirma ter atacado bases dos EUA no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos
O exército iraniano afirmou, esta quinta-feira, ter atacado bases norte-americanas no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, em resposta aos ataques aéreos dos Estados Unidos ao seu território.
"Esta manhã [hora local], as forças armadas atingiram sistemas de comunicação por satélite, depósitos de equipamento e hangares de caças pertencentes ao Exército terrorista dos Estados Unidos na base aérea de Ahmad al-Jaber, no Kuwait, utilizando mísseis e drones", de acordo com um comunicado militar divulgado pela televisão estatal iraniana.
Lusa
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EUA prontos a voltar a atacar Irão "a qualquer momento"
O Presidente Donald Trump afirmou esta quarta-feira que os Estados Unidos estão prontos para voltar a atacar o Irão "a qualquer momento", após o retomar das hostilidades entre os dois países, pondo fim a uma trégua de um mês.
"Ontem (terça-feira) à noite, atacámos em força. Destruímos todos os novos equipamentos que estavam a tentar instalar ao longo do estreito de Ormuz", disse Trump aos jornalistas na Casa Branca.
"O ataque (...) foi muito violento e estamos prontos para lançar outro ataque a qualquer momento", adiantou.
Lusa
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Presidente dos EUA propõe rebatizar Estreito de Ormuz como "Estreito de Trump"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu esta quarta-feira que o Estreito de Ormuz passe a chamar-se "Estreito de Trump".
"Agora que o temos sob o controlo dos EUA, será que devemos mudar o nome do Estreito de Ormuz para ESTREITO DE TRUMP???", escreveu na rede social Truth Social o chefe de Estado norte-americano.
Na mesma mensagem, Trump acrescentou que, com a alteração, a rota marítima ficaria "mais "quente" do que nunca!".
Correio da Manhã
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Sobe para 108 o número de feridos após ataque dos EUA contra o Irão
O governo do Irão adiantou esta quarta-feira que, para além de 18 mortos, subiu para 108 o número de feridos na sequência do ataque do EUA contra o país. O último balanço dava conta de 68.
As declarações foram feitas pelo ministro da saúde do Irão, Mohammad-Reza Zafarghandi, citado pela agência de notícias IRIB.
Correio da Manhã
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Conselho Supremo ameaça EUA com "nova estratégia" depois de novos ataques
O responsável do mais alto órgão de segurança do Irão alertou esta quarta-feira os Estados Unidos de que vão enfrentar uma "nova estratégia" na guerra, depois de uma forte escalada das hostilidades entre os dois países.
Os EUA "verão em breve que a nova estratégia do Irão no campo de batalha, na diplomacia e perante o bloqueio económico, abalará os seus alicerces", afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezai, numa mensagem publicada nas redes sociais, sem adiantar mais pormenores.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão condenou o ataque aéreo norte-americano que devastou uma cerimónia de casamento no sul do país, considerando o episódio como um "crime de guerra".
Lusa
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Pelo menos 18 mortos e 68 feridos em novos ataques dos EUA contra o Irão
Pelo menos 18 pessoas morreram, incluindo quatro num casamento, e 68 ficaram feridas em ataques dos EUA contra o Irão na noite passada, disseram esta quarta-feira autoridades iranianas.
Mísseis norte-americanos atingiram uma casa onde estava a ser celebrado um casamento na aldeia de Kuhestak, na província de Ormuzgão, no sul do país, matando quatro pessoas e ferindo 68, disse o diretor provincial da organização humanitária Crescente Vermelho, Mokhtar Salahshur, citado pela agência de notícias iraniana IRNA.
Dos feridos, 50 permanecem hospitalizados.
Lusa
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Porta-aviões Abraham Lincoln chega à Tailândia após missão no Médio Oriente
O porta-aviões dos Estados Unidos USS Abraham Lincoln chegou esta quarta-feira ao leste da Tailândia, após uma longa missão no Médio Oriente, informou a agência de notícias Associated Press (AP).
Jornalistas da agência norte-americana assistiram à aproximação do Lincoln, que transporta cerca de cinco mil militares, ao porto de Laem Chabang, na província de Chonburi, pouco depois do contratorpedeiro USS Frank E. Petersen Jr.
O navio esteve a apoiar a guerra dos Estados Unidos contra o Irão. A missão, escreveu a AP, incluiu um tempo ininterrupto no mar que bateu recordes, com mais de 250 dias.
Lusa
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Teerão volta a atacar alvos dos EUA em quatro países do Médio Oriente
O Irão voltou a atacar bases norte-americanas no Médio Oriente entre a noite de terça-feira e quarta-feira, em resposta aos bombardeamentos anteriores lançados por Washington contra o país persa.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou, em vários comunicados publicados por agências de notícias iranianas, que disparou drones e mísseis contra instalações militares dos Estados Unidos (EUA) na Jordânia, no Bahrein, no Kuwait e no Iraque.
O porta-voz da Guarda, Ebrahim Zolfaghari, declarou num vídeo publicado pela agência Fars, que os ataques iranianos causaram "graves danos à infraestrutura, instalações, armas e equipamento" das bases norte-americanas e que deixaram "um número significativo" de mortos ou feridos, sem fornecer mais detalhes.
Lusa
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